3 mitos sobre o DIU

1 O DIU aumenta as chances de infecções?

MITO! Estudos antigos chegaram a apontar que o método aumentava o risco de doença pélvica inflamatória. Porém, já se sabe atualmente que os riscos de infecções são equivalentes às não-usuárias de DIU.

2 O DIU engorda?

MITO. Nem o DIU de cobre, nem o DIU hormonal causam ganho de peso.

3 Apenas mulheres que já tiveram filhos podem usar DIU?

MITO. Mulheres que nunca engravidaram podem usar o DIU, sem prejudicar a fertilidade. Ele também é recomendado até para adolescentes, que já iniciaram a vida sexual.

DIU de Cobre ou Mirena – qual o melhor?

Muitas pacientes me perguntam isso no consultório. Eu sempre digo – Não existe o melhor. O melhor é o que tu escolher e vai te adaptar.

Algumas pacientes gostam de menstruar, não tem muita cólica e preferem controlar a regularidade do seu ciclo.Para essas pacientes, o mais indicado é o diu não hormonal, seja ele o de cobre ou cobre e prata. Outras não querem o sangramento, tem muita cólica, acham que atrapalha o estilo de vida. Nesses casos, indico o Mirena ou o Kyleena. Cada caso é um caso e o ideal ´avaliarmos juntas os prós e contras de cada método. 

Não é porque o DIU de Cobre deixa o ciclo mais natural ou porque a amiga usa o Mirena que vai se optar por um ou outro. É com o ginecologista, avaliando se tem alguma contraindicação, que se decide o que é mais correto para cada uma, evitando que precise trocar depois.

Minha filha quer tomar pílula – e agora?

Ai essa dúvida….

Pra muitas mães ela chega antes da primeira relação sexual, pra outras quando a filha já teve a primeira vez. E nas duas a apreensão é a mesma. Afinal, esse é um marco na vida da adolescente.

Primeiramente, eu preciso dizer – calma! Se vocês tiveram essa conversa ANTES, que bom! Se foi depois, que bom também. Pelo menos ela veio te contar!

Aqui, só estaria errado não conversar. Se o papo está fluindo, comemore, sim. Se ela acha que vai ficar mais segura com a pílula, mesmo já usando camisinha, esteja aberta e procure uma ginecologista.

Na primeira consulta, “costumo conversar com as meninas para avaliarmos o melhor método, e o que ela se sente confortável em usar” e sempre reforçar que o uso do anti previne gestação e não as doenças que podem ser transmitidas na relação sexual.

Você pode até aproveitar este post para puxar o assunto em casa.