5 motivos para fazer a radiofrequência vaginal

O ressecamento vaginal e baixa libido tem prejudicado as coisas na cama? Leia todo o post! A radiofrequência produz ondas eletromagnéticas que geram um aquecimento controlado da mucosa, musculatura vaginal e pele dos grande lábios. O tratamento proporciona tonificação muscular, reorganização e retração das fibras de colágeno existentes, além da produção de novas fibras elásticas e colágenas.

Indicações:
-Rejuvenescimento íntimo
-Incontinência urinária leve
-Flacidez dos grandes lábios
-Ressecamento vaginal
-Atrofia vaginal

Como é o procedimento? A ponteira ginecológica é aplicada no canal vaginal, grandes lábios e clitóris. A paciente pode retomar imediatamente as suas atividades, inclusive relações sexuais. O tratamento é de 3 sessões, uma a cada 3 semanas. O resultado pode se manter de 1 a 2 anos, dependendo da produção estrogênio no organismo.

Colágeno não faz falta apenas para as rugas

Uma das consequências do envelhecimento é a queda hormonal significativa, principalmente, na menopausa. Essa alteração afeta os tecidos do assoalho pélvico, estrutura que sustenta os órgãos, com a perda das fibras compostas por colágeno. Entre as consequências estão: perda urinária involuntária, falta de prazer sexual e até mesmo baixa autoestima. Mulheres que tem parto normal também pode sofrer com a flacidez. Se você vem notando essas mudanças, não deixe de falar com a gineco. Logo eu venho falar do tratamento!

Implante hormonal é liberdade!

Pode parecer bobagem quando ainda não se experimentou essa sensação, mas não se preocupar diariamente com a pílula é um alívio. Eu digo isso porque no consultório este é um relato frequente das pacientes que optaram por métodos contraceptivos de longa duração.

Os implantes hormonais são altamente eficientes e duram 3 anos, liberando continuamente um hormônio derivado da progesterona – o etonogestrel – na corrente sanguínea. O hormônio bloqueia a ação dos ovários, impedindo a liberação dos óvulos. Ele também aumenta a hostilidade do muco cervical, que passa a ser mais espesso e, portanto, reduz a motilidade do espermatozoide. O bastão, de 2 mm de diâmetro por 4 cm de comprimento, é colocado pelo médico sob a pele do braço. Algumas mulheres poderão ter diminuição ou ausência de menstruação.

DIU – Menos uma preocupação pra nós!

Trabalho, família, casa…a gente tem tanta coisa na cabeça e ainda precisa lembrar da pílula! A carga mental feminina tem levado muitas de nós à exaustão. Por isso, eu sempre recomendo momentos de autocuidado e soluções práticas para as pacientes. Uma delas são os contraceptivos de longa duração. Afinal, se a gravidez não está nos planos tão cedo, você pode ter uma preocupação a menos.

Vamos saber mais sobre o DIU?

O DIU de cobre impede a passagem dos espermatozoides e age por até 10 anos. Ele não contém hormônios. Algumas mulheres podem notar um aumento do sangramento menstrual. O DIU Hormonal, Mirena ou Kyleena, tem um cilindro contendo o hormônio progesterona, que é liberado por um período de até 5 anos. Muitas pacientes param de menstruar utilizando este método. Os dois estão liberados na amamentação.

Pílula afeta a libido? E seu não quiser usar DIU?

Estas são questões bem comuns no consultório e que as pacientes tem vergonha de falar. Então, vou aproveitar para comentar aqui. Muitas mulheres, que tomam pílula, podem sentir que a libido caiu, mas não conseguem associar o problema ao hormônio. A questão é que por vergonha acabam não falando comigo na consulta e ficam sem esclarecer algo que tem solução. Elas costumam achar que é normal ou procuram outros motivos. Gurias, temos que falar sobre isso!

Outra tema que gera desconforto é o uso do DIU. Algumas pacientes não querem usar por receio de manter um “corpo estranho” dentro do útero, mas não falam sobre isso. Eu percebo que elas temem algum tipo de julgamento meu. Porém, eu sempre esclareço que é uma escolha muito pessoal e que sempre vou respeitar a posição da paciente. O meu objetivo é ter um papo aberto e que todas estejam satisfeitas com o método escolhido!

Para quem o Implanon é indicado?

O Implanon é um implante anticoncepcional indicado para mulheres de qualquer idade para evitar a gravidez. É a melhor alternativa quem tem restrição ao estrogênio (hormônio presente em algumas pílulas anticoncepcionais) ou ao DIU. Costuma ser recomendado para pacientes com endometriose ou que desejam reduzir o fluxo menstrual e/ou a cólica. O uso do Implanon é contraindicado nos seguintes casos:
presença ou histórico de doenças hepáticas graves, como tumor — benigno ou maligno;
presença ou suspeita de sensibilidade a esteroide sexual;
sangramento vaginal não diagnosticado; e
hipersensibilidade ao etonogestrel ou a qualquer componente da fórmula.
A ação do implante dura por 3 anos.
SAIBA MAIS:

Implantes isomoleculares

Eles recebem este nome porque são hormônios com as moléculas parecidas com as que produzimos no nosso organismo.

São indicados para:

– menopausa

– suspensão da menstruação

– baixa da libido

Os implantes podem ser de testosterona, estrogênio e a gestrinona, que substitui a progesterona.

Eles são usados, principalmente, quando a paciente apresenta queixa de diminuição da libido. Mesmo menstruando ela pode usar uma dosagem baixa e se beneficiar da testosterona.

É importante uma boa condução do tratamento para evitar os efeitos androgênicos, como: crescimento do gogó, aumento do clitóris, da acne e dos pelos. O uso em excesso, inclusive da gestrinona (chip da beleza), pode causar esses problemas.

O implante é colocado no tecido gorduroso do glúteo e tem duração de seis meses.

Prazer depois dos 60 anos? Sim!

A gente sabe que vai perdendo o pique com o passar dos anos, mas isso não significa jogar a toalha! A disposição pode não ser a mesma, mas imaginação e criatividade ninguém perde. Concordam? A primeira coisa que devemos comemorar é a intimidade. Conviver com alguém por tantos anos é uma liberdade especial. Podemos falar abertamente sobre o que incomoda, o que mais gostamos e fazer da busca pela satisfação um do outro mais uma motivo de conexão.

– Transforme estes momentos em brincadeiras sexuais

– Não foque apenas da ereção

– Explorem zonas de prazer

– Usem acessórios sexuais

– Conversem com o urologista e com a gineco sobre problemas com disfunção ou ressecamento vaginal

Existe tratamento, incluindo apoio psicológico para isso. O importante é fortalecer a parceria e se divertir!

Masturbação feminina ainda é um tabu

Masturbação feminina ainda é um tabu

1 Em primeiro lugar, a gente vive numa sociedade machista onde a mulher ainda precisa servir ao homem.

A relação acontece muitas vezes porque ele quer, independentemente do desejo dela.

2 A genitália feminina é mais escondida que a masculina. Isso faz com que a masturbação deles seja mais aceita.

3 A libido masculina é mais normalizada na sociedade. O homem com vida sexual mais ativa é chamado de garanhão. A mulher que realiza seus desejos é taxada de….Me nego a repetir aqui!

4 Falta de educação sexual nas escolas. Elas precisam saber que podem ter prazer sem fazer sexo.

No consultório, eu vejo como a falta de conhecimento do próprio corpo impacta na realização sexual. Muitas meninas acham que tem algum problema por não ter orgasmo com a penetração. Quando eu conto que apenas 20% dos orgasmos ocorrem sem estimulação do clitóris, elas ficam aliviadas! Toque-se para descobrir o que é bom pra ti! Já assinou o meu canal no YouTube?

Clitóris – A parte mais visível é glande clitoriana. Ela tem o tamanho de uma ervilha e
fica acima da uretra. É a área com mais nervos do clitóris, por isso extremamente sensível ao toque. Aliás, ele tem mais de 8 mil terminações nervosa! Por não conter tecido erétil, a glande não incha com a excitação. No topo dela fica o capuz do clitóris, que varia de tamanho e grau de cobertura. O corpo do clitóris é conectado à glande clitoriana. O clitóris tem “duas pernas” que estendem pelos grandes lábios. Por conter tecido erétil ele incha com sangue quando ficamos excitada, contribuindo também para a lubrificação vaginal.

Eu sei que muitas mulheres preferem não tocar nesse assunto. A gente não foi acostumada a priorizar nosso prazer. Mas sexo é saúde. Então, ele vai ser pauta por aqui sempre que vocês quiserem.

Você deixa de comer, trabalhar, socializar ou amar porque está na menopausa Tenho certeza que não. Então, não precisa parar de ter relações.

Claro que há mudanças hormonais que afetam a libido, a lubrificação e até o tônus vaginal, mas para tudo isso tem tratamento. A ginecologista pode ser uma grande aliada da sua vida sexual saudável. Cada paciente é única e no consultório a gente consegue chegar na melhor alternativa para recuperar seus momentos de prazer sozinha ou acompanhada. O primeiro passo é saber que algumas mudanças são esperadas e maneja-las de forma que sua vida sexual não fique em último plano.

Menopausa – os sintoma evoluem com o tempo

Menopausa no início pode causar calorões alterações de humor com episódios de irritação e depressão, tontura, dor de cabeça e baixa libido. Depois, além de menos desejo sexual, a mulher pode sofrer de atrofia vaginal – afinamento e ressecamento da mucosa que reveste a vagina, podendo ter dor durante a relação sexual. Com o passar dos anos, aumenta o risco de osteoporose e doenças cardiovasculares .Já conversou com a sua gineco sobre a reposição hormonal e tratamentos para os sintomas? Já conhece meu canal no YouTube?

Saiba mais sobre a menopausa:

Menopausa 

Quando a paciente fica um ano sem menstruar consideramos que entrou na menopausa, termo usado para a última menstruação. Essa mudança, geralmente, acontece entre 45 e 55 anos. A fase em que ela está com irregularidade menstrual, com o início dos sintomas, é chamada de climatério. A mulher costuma sentir também:

  • Ondas de calor repentinas
  • Diminuição do apetite sexual
  • Insônia
  • Coceira e secura vaginal
  • Desconforto durante as relações sexuais
  • Depressão e irritabilidade
  • Aumento de peso
  • Incontinência urinária ao esforço

O diagnóstico é clínico, mas a ginecologista pode pedir exames de sangue, principalmente, a dosagem -do hormônio folículo-estimulante (FSH) e do estradiol.

Clitóris – o botãozinho do prazer feminino

Clitóris – A parte mais visível é glande clitoriana. Ela tem o tamanho de uma ervilha e
fica acima da uretra. É a área com mais nervos do clitóris, por isso extremamente sensível ao toque. Aliás, ele tem mais de 8 mil terminações nervosa! Por não conter tecido erétil, a glande não incha com a excitação. No topo dela fica o capuz do clitóris, que varia de tamanho e grau de cobertura. O corpo do clitóris é conectado à glande clitoriana. Como mostra a imagem, o clitóris tem “duas pernas” que estendem pelos grandes lábios. Por conter tecido erétil ele incha com sangue quando ficamos excitada, contribuindo também para a lubrificação vaginal. Se ficou com  alguma dúvida, fale com a ginecologista. 
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